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O fim do estado de emergência e o regresso à normalidade

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, confirmou aquele que será o terceiro e último estado de emergência enquanto o Primeiro-ministro, António Costa, prepara o regresso à normalidade no início de maio. Com um plano bem estruturado, a população vai começar a sair à rua, mas com medidas muito específicas e apertadas.

  • Massificação de máscaras: os meios de proteção individual vão ser alvo de um reforço para que toda a gente possa ter acesso. O álcool gel e as máscaras vão estar disponíveis no mercado em quantidades suficientes e a preços controlados. Esta é uma condição essencial para a reabertura dos serviços.

 

  • Transportes públicos: aumentar a oferta dos transportes públicos é também uma dos principais pontos do plano, para que não haja sobrelotação dos mesmos. As normas de higiene vão ser aumentadas, tanto nos espaços de trabalho como nos espaços públicos, transformando-se num dos principais desafios.

 

  • Horários desencontrados para evitar horas de ponta: o objetivo é não haver concentração de um número grande de pessoas. As empresas terão de arranjar uma forma de elaborar horários desencontrados para que possa haver segurança na circulação nas ruas e nos transportes públicos.

 

  • Teletrabalho é para continuar: A medida anterior não invalida que o teletrabalho continue. O importante é que os trabalhadores se organizem de forma a haver horários alternados para dar tempo a que todos os serviços públicos tenham capacidade para acolher toda a gente de forma segura.

 

  • Serviço Nacional de Saúde robusto: É fundamental que o SNS continue a ter uma capacidade robusta de resposta para tratar doentes com o novo coronavírus e não só. É previsível que haja um maior risco de contágio quando o Estado de Emergência for levantado e, por isso, é preciso que não haja uma sobrelotação dos hospitais.

 

  • Creches reabertas em maio: O Governo pretende que as creches possam reabrir em maio, tal como as aulas presenciais do 11º e 12º ano possam voltar a ser lecionadas nas escolas, mas, neste momento, está dependente na evolução da curva epidemiológica em Portugal.

 

  • Restabelecer os serviços na administração pública: É importante que o serviços possam também voltar a funcionar. Segundo António Costa é a própria Administração Pública que vai transmitir “a confiança necessária aos cidadãos para que se possa retomar a vida normal”.

 

  • Cultura não pode continuar encerrada: O Governo quer criar condições para que possam ser retomadas atividades culturais ao ar livre sempre com as medidas de segurança necessárias.

 

Férias cá dentro: O relançamento da economia é uma prioridade. O setor do Turismo é um dos mais afetados pela pandemia e, para reverter toda a situação, António Costa refere que “Férias de Verão, sim, mas cá dentro”, reforçando a ideia do apoio ao Turismo português.