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Motivação e Retenção de Talentos: os principais desafios

A atração e retenção de talentos é uma das preocupações de maior importância e, naturalmente, das mais desafiantes para os líderes de qualquer empresa. A procura por profissionais qualificados não é fácil e, contudo, terminada essa “busca exaustiva” começa uma etapa talvez mais exigente ainda: a retenção de talentos.

A importância da motivação e retenção de talentos

O conceito de retenção de talentos vai de mãos dadas com o de motivação, principalmente porque a dificuldade em manter colaboradores aumenta exponencialmente quando estes se encontram desmotivados e/ou descontentes. A retenção dos “prodígios talentosos” de qualquer empresa passa, portanto, por levar a cabo um processo de motivação, que vise garantir o desejo de permanência num posto de trabalho, cuja remuneração há muito deixou de ser o suficiente para aliciar os profissionais e garantir a sua permanência e lealdade.

O trabalho conduzido tendo em vista a retenção de talento não deve ser encarado como uma despesa suportada pela empresa, mas, muito pelo contrário, deverá ser avaliado enquanto um investimento. Ora, por um lado, um bom tratamento dos trabalhadores traduzir-se-á num igualmente dedicado tratamento dos clientes da empresa por parte destes, o que terá, inegavelmente, positivas consequências na prestação da empresa. Por outro lado, o sucesso de uma empresa depende também e evidentemente das qualificações dos seus trabalhadores, pelo que o mantra de cada empresa deverá ser sempre fazer o possível (e quase o impossível) para garantir que tem do seu lado os melhores. E, aliás, garantir ainda que esses melhores têm espaço e todas as ferramentas necessárias para se tornarem melhores ainda.

Os principais desafios

Antes de proceder ao estabelecimento de técnicas para retenção de talento, uma empresa deverá estar consciente de quais os principais desafios que terá de enfrentar. Para tal, convém ter a noção da transição geracional que o mercado está a ultrapassar. Cada vez mais Baby Boomers estão a ceder os seus lugares e posições de liderança a profissionais das gerações X e Y (Millenials). E, no entretanto, toda uma nova geração – a Geração Z – começa a dar os primeiros passos no mercado de trabalho. Evidentemente, o que estes profissionais procuram difere verdadeiramente do que as gerações antecessoras procuravam.

No que refere aos Millenials, estes procuram um emprego substancial, com significado, que não só lhes permita uma aprendizagem contínua, como também uma clara contribuição para a sociedade. Isto implica uma retenção e motivação de talentos orientada para a possibilidade de uma contínua formação e orientação profissional.

Já os mais recentes embriões que se iniciam na construção de uma carreira, a geração Z, nasceu no meio digital e, destarte, procuram a tecnologia enquanto recurso fundamental e intensivo, uma flexibilidade de horários, uma genuína preocupação pela ação social e, inclusive, a liberdade para darem azo à sua “persona empreendedora” e inventiva.

Assim, estando a par daquilo que os profissionais da atualidade valorizam, delinear um plano que maximize a motivação e retenção de talentos torna-se mais fácil para as empresas. Cada profissional é único, pelo que não existe nenhuma estratégia como fórmula mágica. Contudo, permitir oportunidades de crescimento, fornecer orientação e apoio às equipas, delegar e alocar responsabilidades e apostar na digitalização e na formação contínua são algumas matrizes a seguir de possível sucesso garantido.

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