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Ensino universitário vs. mercado de trabalho: as principais diferenças

O ensino universitário não tem evoluindo de acordo com o que seria de esperar, tendo em conta as necessidades do mundo atual e a evolução do próprio mercado de trabalho. Se, por um lado, o ensino universitário parece estar, de alguma forma, estagnado, sem grandes mudanças nos métodos de ensino e nas abordagens adotadas, por outro, o mercado de trabalho e a forma como as empresas e instituições olham para as contratações têm sofrido grandes alterações.

O ensino universitário está padronizado, ou seja, a formação base dos candidatos a determinada vaga no mercado de trabalho acaba por ser muito semelhante. Isto quer dizer que aquilo que os poderá diferenciar não se prende com as suas qualificações académicas, mas sim com as competências individuais que cada candidato foi adquirindo fora das salas de aula, ao longo do seu percurso extracurricular e com as experiências que foi vivendo. Assim sendo, experiências como viajar sozinho, praticar uma modalidade desportiva, fazer voluntariado, pertencer a uma associação ou desenvolver projetos não relacionados com a atividade académica propriamente dita representam fatores fundamentais para a entrada no mercado de trabalho. Isto porque, hoje em dia, este mercado está em constante evolução e marcado por uma competitividade que faz surgir a necessidade de se diferenciar perante a concorrência.

Isto quer dizer que a média, por exemplo, apesar de ter alguma importância, já não tem o peso que tinha há alguns anos. Não importa ter uma média de 16, 17 ou 18 valores se, em contrapartida, o candidato não tiver capacidade de se comunicar, de se relacionar e se adaptar a diferentes situações.

Assim sendo, a grande diferença entre o ensino universitário e o mercado de trabalho reside, precisamente, nessa necessidade de diferenciação, de oferecer mais do que aquilo que foi dado no ensino universitário e de fugir à padronização. Se, enquanto estudante, todos estudavam a mesma coisa, de forma mais ou menos semelhante, para realizar o mesmo exame e conseguir ter a melhor nota, enquanto candidato à procura de entrar do mercado de trabalho deve-se sair da zona de conforto, procurar desenvolver skills que não tenham sido desenvolvidas em massa e tornar-se um candidato único.

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