5 Dicas para uma alimentação saudável: Edição Estudantes

Num ano em que o número total de colocados na 1ª fase de acesso ao Ensino Superior quebra o recorde nacional, cada vez mais jovens do nosso país dão por si numa mudança repentina de estilo de vida. A migração sazonal para as cidades universitárias, longe dos pais (e de casa), mas perto de uma imersão total no academismo. Esta independência, impingida pelas circunstâncias sem pompa, entre outros aspetos, traz consigo uma independência alimentar.

E a importância de uma alimentação saudável na reta final do crescimento assume uma importância quase tão relevante quanto ao longo dos anos verdes da infância, nos quais precisamos dos melhores nutrientes para um bom desenvolvimento.

Por um lado, os padrões alimentares definidos na fase de transição para a vida adulta têm uma tendência para se manterem para o resto da vida. Por outro, “mens sana in corpore sano” e uma alimentação nutritiva é meio passo dado para potenciar a performance cerebral.

Grão a grão enche o estudante o papo

Antes o fosse. A verdade é que a subida de patamar da escola para a universidade implica uma perda de memória no que refere às várias fatias que constituem a roda dos alimentos. Os estudantes esquecem os 7 grandes grupos que a constituem tão rapidamente quanto a “comida rápida” que ingerem em exageradas quantidades. Sem a comum influência positiva exercida pela família na hora das refeições, apresentamos 5 dicas práticas e fáceis para uma boa alimentação, adaptadas à comunidade universitária e ao seu agitado quotidiano.

  1. Lunch, lanchinho, lancheira

Os microondas são um atributo indispensável e bastante comum em cada faculdade, o que facilita exponencialmente o processo de levar comida de casa. Investe em caixas de plástico e define um ou dois dias da semana para a preparação intensiva de várias refeições em simultâneo. Assim, pouparás tempo e, dado o aperto orçamental de muitos estudantes, dinheiro também.

 

  1. Comida para o cérebro (e estômago)

Há quem coma com os olhos, outros comem para encher o estômago; nós sugerimos uma alimentação para um cérebro saudável. Alimentos ricos em ómega 3, como o salmão ou os frutos secos, um quadradinho de chocolate negro, espinafres, frutos vermelhos, abacaxi, abacate, cereais integrais, entre muitos mais. A lista é longa, mas exclui bolachas e outros snacks prediletos dos estudantes em horas de aflição (ou estudo). Porque para pensar melhor é necessário pensar primeiro – neste caso sobre o que comemos.

 

  1. Trocar as voltas à fome

Sem esquecer a necessidade de ingestão de 3 em 3 horas, os intervalos entre as grandes refeições devem, portanto, incluir snacks saudáveis. Hummus e cenouras bebés, maçã e manteiga de amendoim, bolachas de arroz, granola, ovos cozidos … as opções são infinitas.

 

  1. Em caso de dúvida, água.

Sabias que os estudantes universitários não bebem água suficiente? Além de que, muitas vezes, a sede pode ser confundida com uma insaciável sensação de fome. Por isso, garante que tens sempre contigo uma garrafa de água e, sempre que possas, dá-lhe um golo entre respirações.

 

  1. Study hard, work (out) harder

Ainda que não seja um alimento, o exercício físico está intrinsecamente aliado a uma alimentação saudável. Não descures do movimento e não te cinjas somente ao caminho universidade – casa – cozinha – cabeça-dentro-do-frigorífico – sofá da sala – pirueta-à-retaguarda – cama.

 

As nossas dicas são simples, mas não deixam de ser cruciais. Deves segui-las para combater a caricatura icónica e estereotipada do estudante e da sua enxabida massa de atum. Investe na tua alimentação e não te esqueças que as decisões que hoje tomares podem ter impacto na tua alimentação futura!

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